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Publicado em Notícias
Postado por  Província Irmã Cléglia Ânesi 28 Agosto 2017
Encontro de religiosos e religiosas do núcleo da Diocese de Grajaú/MA

Quem é esta mulher radiante orgulho do povo de Deus sintonia, é Maria, é Maria, nossa mãe modelo e guia, é Maria, é Maria companheira noite e dia!

Nós religiosas/os do núcleo da Diocese de Grajaú/MA, mais uma vez, estivemos reunidas/os dos dias 25 a 27 de Agosto de 2017, para rezar, refletir por ocasião do Ano Mariano, na celebração dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida, sobre a presença dessa grande e preciosa mulher em nossas existências.

Quem nos ajudou no aprofundamento do tema foi Dom Rubival Cabral Britto, ele propôs que formássemos sete cenáculos, e cada cenáculo rezasse no método da leitura orante, sete temas como – Maria, discípula exemplar, paixão por ela, dentre outros. A luz de João 2, 1 – 12, que trata das bodas de Caná refletimos a seguinte a pergunta: Qual é o vinho que ainda falta hoje na nossa Vida Religiosa Consagrada? Depois das partilhas dos sete grupos – cenáculos – Dom Rubival aprofundou os temas falando que sem a dimensão da maternidade, falta de uma intimidade maior com Maria, perdemos o foco, os horizontes. Disse que a casa que Deus habita é no nosso coração.

O encontro com a Cruz, com a dor do povo e conseqüentemente da terra ferida, deve afetar nosso espírito para uma atuação mais profunda, principalmente nesse tempo da conjuntura nacional em que os direitos dos pobres estão sendo engolidos, tragados por um sistema de governo ditador e opressor. Repensar nossa intimidade com Maria, com a Ruah nos confere resistência, teimosia, resiliência, paixão. O que falta em nós para sermos atraentes? Talvez necessitamos enxergar a vida, hoje, não com os óculos quebrados dos nossos fundadores e fundadoras do século passado. Com profundo respeito e admiração, temos de atualizar o carisma cada dia, na defesa e proteção da vida ameaçada, esmagada, sofrida. Provocou-nos a cultivar cada dia a resistência, persistência e a coragem de Maria, para firmarmos no caminho do chamado, humildemente sentir a misericórdia de Deus, se fazendo o questionamento no diálogo, “se você me chamou, me sustente, me dê coragem pra não recuar, abandonar o barco”. Temos de ter sinceridade com Deus, com Maria, conversar com ela sobre nossos sentimentos, nosso eu ferido, amado, sofrido, falar de afetividade, encontrar irmãos e irmãs éticos para falar da nossa vida, das tristezas, das angustias, decepções e alegrias.

Dom Rubival, partindo de sua experiência com seus irmãos, expressou com propriedade: sejam fraternos, sororais com seus irmãos e Irmãs de comunidade É preciso se apaixonar uns pelos outros, umas pelas outras, se compreenderem, se perdoarem, flexibilizar o coração uns com os outros, umas com as outras, para não correrem o risco de se tornar empresas, mas sim testemunhas do Senhor. Precisamos cultivar inspiradas/os pela Divina Fonte, nosso ser feminino, não deixar perder o brilho, o encanto umas/os pelos outros.  Não ter medo de ser íntima/o de Maria, pois ela nos ajuda a encaminhar tudo, principalmente o que não está bem para o lugar certo. O magnífica nos convida a descer a humanidade da terra.

Fomos provocadas/os, convidadas/os a interligar a vida fraterna, oração e missão como três irmãs inseparáveis.

Informações adicionais

  • Fonte da Notícia: Irmã Maria Dalvani S. Andrade

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Direção:
Isabel do Rocio Kuss

Ana Pereira Macedo

 Ivonete Gardini

Arte: Lenita Gripa

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